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The Classics Games. Criado por Maxwel Gamer.. Tecnologia do Blogger.

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24 de mar de 2012

           (Sonic Advance no... Celular?)

História: Dr. Robotnik ainda não desistiu. Ele ainda está atrás das 7 esmeraldas do Chaos. Para isso, robotizou os animais e mandou seus robôs por todo lugar. Agora, Sonic têm que impedir o mais novo plano.

                 (Um dos Bosses do jogo)

Gráficos: Os gráficos do jogo são lindos, sendo que quase todos os detalhes do jogo original para o GBA foram mantidos. Os cenários têm uma variedade de detalhes gigantesca, sendo que tudo isso ocorre sem queda de frame rate, sendo uma coisa nunca vista no Celular Java (tem jogos que tem muitos detalhes, mas não na quantidade de detalhes de Sonic Advance). Os sprites do jogo estão bem nítidos na tela também.

(Mais um jogo do Sonic em que a 1ª Zona do jogo é uma Green Hill Zone)

Som: As músicas do jogo são excelentes, lembrando as músicas dos jogos de Mega Drive. Por falta de espaço, o jogo não tem efeito sonoro, o que é uma coisa que acontece muito no Celular Java (você sacrificar os efeitos sonoros em prol das músicas do jogo). Uma das coisas bem legais do jogo é que ele tem volume, sendo possível você escutar elas em vários volumes diferentes.

Cenários:
Neo Green Hill Zone

Secret Base Zone

Angel Island Zone

Casino Paradise

Jogabilidade: A jogabilidade do jogo é excelente, sendo que o jogo não tem uncurling, os comandos respondem com uma precisão incrível e isso faz você não se frustrar fácil. Devido ás limitações do Java ao invés de quatro personagens jogáveis (Sonic, Tails, Amy e Knuckles), você só tem um (Sonic), o que diminuiu drasticamente o fator replay do jogo. Em cada fase do jogo você tem uma diferença na jogabilidade, pois o level design de cada fase é único.


Nome do jogo: Sonic Advance
Plataforma: GBA e Celular
Gênero: Plataforma

Desenvolvedora: Dimps (GBA), Gameloft (Celular)
Distribuidora: SEGA/THQ (GBA), Gameloft (Celular)

Ano do Lançamento: 2002 (GBA), 2011 (Celular)

Notas:

Gráficos: 9
Sons: 9
Jogabilidade: 9
Diversão: 9
NOTA FINAL: 9
 

Conclusão: Com certeza o melhor Sonic para Celular, consertou todos os erros do seu antecessor (Sonic Unleashed) e é um excelente port do jogo para GBA (sendo muito recomendado para se jogar em viagens e tal). Os quesitos técnicos do jogo são excelentes e com certeza o jogo dá muitas horas de diversão para os fãs da série.

Prós
Gráficos excelentes
Músicas bem inspiradas
Jogabilidade excelente
Muitos detalhes no cenário

Contra
Poucas fases
A limitação do Java limitou muito o jogo

Se você quiser de qualquer forma contribuir com o blog, ser um colaborador ou qualquer outra coisa sempre deixe um comentário. Comente sobre a análise e alguma história com a série/jogo (e dê muitos puxões de orelha se eu falei alguma besteira). 

(Um clássico dos Shoot em Up que nunca deve ser esquecido)

História: Tudo se passa em Varth, um planeta colonizado por humanos em um local remoto da galáxia. Toda a colônia é gerenciada e controlada por um gigantesco computador de sétima geração chamado de Delta-7. Tudo parecia perfeito, até que um “espírito” malicioso chamado simplesmente de DUO invade Delta-7, tomando controle de toda a maquinaria controlada pelo supercomputador. Crendo que a existência humana em Varth seria prejudicial ao planeta, DUO inicia uma guerra catastrófica. Sem chance de defesa, já que confiavam completamente em sua super máquina, os humanos são massacrados: não demora muito para que 80% da população do planeta parta desta para uma melhor. Mas, claro, não era o bastante para DUO. Querendo eliminar completamente esta praga chamada de raça humana, ele ordena às máquinas que dizimem o resto dos sobreviventes. A única esperança de barrar seus planos vêm de duas naves equipadas com computadores de quarta geração, e, logo, independentes da vontade de DUO, que partem então para a operação Thunderstorm.

      (O belíssimo efeito de chuva do jogo)

Gráficos: A parte gráfica do jogo é muito boa, tendo vários sprites bem feitos e com um excelente desenho. Os gráficos e a arte dos cenários são excelentes, tendo cada um uma arte totalmente diferente da outra, tendo efeitos belíssimos de fogo, chuva e explosão e muitos efeitos de rotação e etc (e tudo isso é muito nítido na tela). Os bosses são um show a parte, sendo cada um mais belo que o outro.

  (Uma das poucas fases futuristas do jogo)

Som: O som do jogo é excepcional, tendo músicas de Heavy Metal e Rock (com vários solos de Guitar). Os Boss Theme's são sombrios e com um clima futurista  que combinam com cada boss do jogo (principalmente o tema do Iron Golem). Os efeitos sonoros do jogo são excelentes, sendo que cada power-up tem um som de disparo diferente do outro.

 (Até hoje eu ainda estou com raiva do Iron Golem)

Jogabilidade: A jogabilidade do jogo é excelente, sendo um Shoot em Up vertical como 1942, mas com várias inovações. Uma dessas inovações é a possibilidade de se ter uma maior liberdade no cenário, a adição das bombas que se recuperam com o tempo, uma grande variedades de power-ups e para mim a maior inovação do game: Pods, duas esferas que te protegem dos disparos inimigos. Tem dois tipos de pods (você tem que escolher um assim que começar o jogo): o Fixed e o Smart. O Fixed (como o próprio nome diz) fica fixo na frente de sua nave e te deixa vulnerável dos lados; O Smart fica se movimentam automaticamente para te proteger dos disparos, mas enquanto os pods estiverem te protegendo de um tiro você fica vulnerável de todos os lados (eles tambem podem atirar dependendo do power up que você pegar).


Nome do Jogo: Varth: Operation Thunderstorm
Plataforma: Arcade
Gênero: Shoot em Up

Desenvolvedora: Capcom
Distribuidora: Capcom

Ano do Lançamento: 1992

Notas:

Gráficos: 9,5
Sons: 9,5
Jogabilidade: 9,5
Diversão: 9,5
NOTA FINAL: 9,5


Conclusão: Um dos melhores (e mais clássicos) Shoot em Up's do passado ainda dá aulas de como fazer um bom Shoot em Up nos dias de hoje. Eu acho que Varth acabou ofuscado pelo sucesso de outros Shoot em Up na época como a série 1940 

(1942,1943,1944,1941,19XX), série R-Type e série Gradius.

Prós
Gráficos impressionantes
Som excepcional
Jogabilidade inovadora
Uma maior liberdade no cenário
Bosses criativos
Uma grande duração de jogo (30 fases)
Pods inovadores
Vários efeitos no cenário
Grande variedade de Power-Ups

Contra
Repetição de fases


Se você quiser de qualquer forma contribuir com o blog, ser um colaborador ou qualquer outra coisa sempre deixe um comentário. Comente sobre a análise e alguma história com a série/jogo (e dê muitos puxões de orelha se eu falei alguma besteira).
23 de mar de 2012
Historia: Um jogo da franquia Pokémon, você pode ser um menino ou menina, que quer um mestre pokémon, saindo de sua cidade em busca de uma aventura, de vencer dos os ginásios e tentar pegar todos os pokémons, lógico que você tem um "inimigo" que terá de enfrenta-lo algumas vezes durante o jogo.


Gráficos: Muito bons, ótimo cenário, os pokémons também estão muito legais, alguns ataques também está bem desenhados, o que deixa a desejar como em qualquer pokémon é o uso do surf e do fly, que não aparece o pokémon que você realmente ensinou esse golpe.


Som: Ótimos sons tem uma musicas diferente pra cada cidade que você entra, a musica das rotas, e a de batalhas também, ficou muito bom as musicas só com o toque.

Jogabilidade: Igual a um RPG normal, você tem que ir melhorando os pokemóns com leveis, assim eles vão aprendendo mais golpes e até evoluindo, pra capturar pokémon novas você precisa da pokébola, bem parecido com os desenhos.


Nome: Pokémon Ruby
Plataforma: Game Boy Advance
Ano de Lançamento: 2002
Gênero: RPG
Desenvolvedora: Game Freak
Distribuidora: The Pokémon Company

Notas:
Gráfico: 10
Sons: 9
Jogabilidade: 10
Diversão: 9
Nota final: 9.5

Prós:
Grande variedade de Pokémon
Gráficos
Historia

Contra:

Praticamente impossível pegar todos os Pokémons ( pelo na minha perspectiva)


18 de mar de 2012

            (Misturando Hack N' Slash com RPG)


História: O reino de Malus foi tomado por criaturas monstruosas, lideradas pelo enorme dragão vermelho Gildiss, que acredita que o ser humano é perante os dragões, seres inferiores e desprezíveis. Para salvar o reino de Malus, um grupo de guerreiros, de heróis, partem para Malus a fim de derrotar Gildiss e os monstros que foram subordinados por ele.




     (No arcade você pode jogar até com 3 pessoas)

Gráficos: O jogo tem gráficos bons, já que todo mundo sabe que em questão gráfica a CPS1 não decepcionam, tendo efeitos de partículas muito bons e todos os sprites são excelentes, tanto o dos inimigos, quanto dos heróis e principalmente dos bosses, mas eu achei a arte em geral do jogo muito parecida com World Heroes (talvez por World Heroes ter um design de personagens parecidos com os do The King of Dragons).




(A variedade dos inimigos é boa, mesmo sendo a maioria deles repteis)

Som: A trilha sonora do jogo é muito boa, contendo músicas que são animadas, contendo rock  e heavy metal e orquestra (e algumas lembram até algumas músicas do Megaman X), que combinam perfeitamente com a ambientação medieval do game e com a circunstância de cada fase. Os ruídos, como de golpe, morte e etc são muito legais, o que deixa claro que a equipe que produziu o jogo não teve preguiça de fazer toda a sonoplastia do jogo.



 (Os Bosses do jogo são bem inspirados e coloridos)

Elf: Se utiliza de arco e flecha para atacar e não porta um escudo, assim sendo, tem uma defesa mais fraca do que os que portam escudo. Seu ataque também não é forte, mas é o mais ágil dentre todos. Suas magias são muito fortes.
Wizard: Porta tão apenas seu báculo mágico. Como também não porta escudo tem baixa defesa, no entanto tem ataques poderosos, devido seu báculo e suas magias são as mais poderosas do jogo. É o menos ágil dentre todos os guerreiros.
Fighter: Porta uma espada e escudo. É o mas forte no que cerne a ataques, no entanto, o poder destrutivo de suas magias são uma piada.
Cleric: É o mastodonte dentre os heróis, portanto o maior escudo de todos, assim sendo, o personagem que tem a melhor defesa, além de ser o que ganha level mais rápido. Em contra partida é o pior do quesito pulo e o mais lento dos heróis.
Dwarf: É o anão do grupo, e por isso mesmo o que possui menor alcance de ataque, apesar de ter boa defesa e velocidade nos ataques desferidos. Não é nenhuma proeza no quesito magia.




   (Como em todo RPG, você começa o jogo no Level 1)

Jogabilidade: A jogabilidade do jogo é variada, sendo que cada classe acima tem uma jogabilidade totalmente diferente da outra, tanto em velocidade, quanto ataque, defesa, pulo e alcance. O jogo, mesmo tendo jogabilidade de Hack N' Slash, tem elementos de RPG, como classes e level. O jogo também pega alguns elementos do Golden Axe, como aquele ladrãozinho que rouba sua magia no Golden Axe, mas aqui ele rouba seu dinheiro (quando ele está no chao).



Nome do jogo: The King of Dragons
Plataforma: Arcade e SNES
Gênero: Hack n' Slash, RPG

Desenvolvedora: Capcom
Distribuidora: Capcom

Ano do Lançamento: 1991 e 1994

Notas:

Gráficos: 9
Sons: 9
Jogabilidade: 9
Diversão: 9
NOTA FINAL: 9


Conclusão:  Um clássico, que envelheceu muito bem e que diverte até hoje. Se qualquer um procura um bom jogo de Hack N' Slash, eu recomendo The King of Dragons e outro jogo Hack N' Slash que irei analisar. O jogo em questão mistura muito bem Hack N' Slash com RPG. Os gráficos do jogos são muito bons, a trilha sonora do jogo é excelente e a jogabilidade é variada.


r

Gráficos muito bons
Trilha sonora muito boa
Jogabilidade variada
Beat em Up misturado com RPG
Inimigos variados
Bosses bem inspirados

Contra
Repetitivo demais
10 de mar de 2012
Historia: Clock tower é um jogo de terror, lançado para snes, o jogo conta a historia de 4 órfãos adotados por Mr. Mary, e a personagem principal Jennifer sai para procurar Mr. Mary, escuta um grito e vê que outros desapareceram, seu objetivo é dar um jeito de ser sair da mansão sozinho ou não.

9 de mar de 2012
(Shadow Dancer não é muito fiel ao arcade, mas ainda assim é um clássico)

História: Após o fim da Organização Neo Zeed em Revenge of Shinobi, surgiu um novo culto ninja chamado Union Lizard que fez várias pessoas de refém em Nova York, e cabe a Joe, agora acompanhado de seu cachorro Yamato, deter a Union Lizard e salvar as pessoas.

Gráficos: Os gráficos do jogo são muito bons, tendo cenários maravilhosos e com uma palheta de cores fantástica, os sprites de inimigos e do próprio Joe são bem animados e coloridos. Efeitos de partícula como fogo e relâmpagos são bonitos e os bosses são um show á parte, tendo sprites excelentes e nítidos. Os cenários são ricos em detalhes, sendo um dos 1ºs jogos que eu vejo que tem muitas acontecendo no background.


Bosses: Os bosses do jogo são muito bem feitos e se diferenciam de um do outro, só que (em minha opinião) eles não colaram com a atmosfera “realista” do jogo, sendo parecidos demais com os bosses de um Megaman (o Boss da Estátua da Liberdade foi claramente inspirado em bosses da série Megaman) ou Contra (. O Final Boss do jogo é muito bonito, mas (atenção: vou dar spoilers do Final Boss do jogo, se você está jogando e não quer levar um tapa na cara, vá para outro tópico) eu não achei nenhuma graça em você ter que lutar contra um (a) samurai/estátua de 10 metros de altura que fica parado mandando ninjas e bolas de fogo em você.


Jogabilidade: A jogabilidade do jogo é um misto da jogabilidade do 1º Shinobi com a do The Revenge of Shinobi e tendo elementos totalmente novos. Um dos elementos novos é a adição do Yamato, que dá uma nova dinâmica para o jogo, sendo essencial para deixar alguns inimigos indefesos; O Bônus Stage, que serve para ganhar vidas e que tem a jogabilidade de um Shoot em Up (como Space Invaders, soque de cabeça para baixo). Eu acho que uma das maiores reclamações do jogo é que ele não é fiel ao jogo do arcade e é quase um jogo á parte. Os elementos dos dois jogos da série são misturados muito bem, trazendo uma jogabilidade no geral parecida com o Shinobi e os Jutsu’s de The Revenge of Shinobi.



Nome do jogo: Shadow Dancer: The Secret of Shinobi
Plataforma: Arcade, Master System e Mega Drive
Gênero: Ação/Aventura, Plataforma, Shoot em Up

Desenvolvedora: SEGA-AM7
Distribuidora: SEGA

Ano do Lançamento: 1989,1990,1991


Notas:

Gráficos: 10
Sons: 10
Jogabilidade: 9
Diversão: 9
NOTA FINAL: 9,5


Conclusão: Com uma jogabilidade excelente, gráficos excelente e uma excelente sonoplastia, Shadow Dancer é um excelente jogo e um grande clássico da SEGA. Muitos Dizem que é pela sua arte, outros dizem que é pelo seu lado técnico, mas na minha opinião, Shadow Dancer é um clássico porque ele tem tudo em um jogo só: Dificuldade, Detalhes técnicos excelentes, arte bonita, mistura de jogabilidades e muito mais.


Prós
Gráficos excelentes
Sonoplastia excelente
Jogabilidade excelente
Dificuldade na medida
Fase Bônus com jogabilidade de Shoot em Up
Bosses chatos de serem derrotados
Cenários excelentes
Boa variedade de inimigos

Contra
Bosses que não combinara com a atmosfera do jogo
Sem HP (Uma porrada e você morre)

Extra:
Tosqueira da capa americana do jogo:

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